LEGISLAÇÃO PERTINENTE

leia também: PSICANALISEJURAMENTO DO PSICANALISTA / MISSÃO DO PSICANALISTA


MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
CBO Nº 2515-50
CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES


2515 – PSICÓLOGOS E PSICANALISTAS

2515-05 – PSICÓLOGO EDUCACIONAL – Psicólogo da educação, Psicólogo Escolar
2515-10 – PSICÓLOGO CLÍNICO – Psicólogo Acupunturista, Psicólogo da Saúde, Psicoterapeuta, Terapeuta
2515-15 – PSICÓLOGO DO ESPORTE – Psicólogo Desportivo
2515-20 – Psicólogo Hospitalar
2515-25 – Psicólogo Jurídico
2515-30 – Psicólogo Social –
2515-35 -  Psicólogo do Trânsito
2515-40 – Psicólogo do Trabalho
2515-45 – Neuropsicólogo
2515-50 -  PSICANALISTA – Analista (Psicanálise)

DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Estudam pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos,  grupos e intituições com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação: diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) pacientes(s) Durante o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.

FAMÍLIAS AFINS

2035 – Pesquisadores das Ciências Sociais e Humanas
2392 – Professores de Educação Social
2515 – PSICÓLOGOS e PSICANALISTAS

CONDIÇÕES GERAIS DO EXERCÍCIO

Os profissionais dessa família ocupacional atual, principalmente, em atividades ligadas à saúde, serviços sociais e pessoais e educação. Podem trabalhar como autônomos e/ou com carteira assinada, individualmente ou em equipes. É comum os psicólogos clínico, hospitalar, social e neuropsicólogos trabalharem com supervisão. Têm como local de trabalho ambientes fechados ou, no caso de neuropsicólogos e psicólogos jurídicos, pode ser a céu aberto. Os psicólogos clínicos, sociais e os PSICANALISTAS , eventualmente, trabalham em horários irregulares. Alguns deles trabalham sob  pressão, em posições desconfortáveis durante logos períodos, confinados (psicólogos clínicos e sociais) e expostos a radiação (neuropsicólogo) e ruídos intensos. A OCUPAÇÃO PSICANALISTA NÃO É UMA ESPECIALIZAÇÃO, É UMA FORMAÇÃO, QUE SEGUE PRINCÍPIOS, PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DEFINITOS PELAS INSTITUIÇÕES RECONHECIDAS INTERNACIONALMENTE, PODENDO O PSICANALISTA TER DIFERENTES FORMAÇÕES, COMO: PSICÓLOGO, PSIQUIATRA, MÉDICO, FILÓSOFO, ETC.

FORMAÇÃO E EXPERIÊNCIA

Para os trabalhadores dessa família é exigido o NÍVEL SUPERIOR COMPLETO e experiência profissional que varia segundo a formação. Para os psicólogos, de um modo geral, pede-se de um a quatro anos, como é o caso do psicólogo clínico, PARA O PSICANALISTA é necessário, no mínimo cinco anos de experiência. Os cursos de qualificação também variam de cursos básicos de duzentas a quatrocentas horas-aula, como no caso do psicólogo hospitalar, mais de quatrocentas h/a para os psicólogos jurídicos, PSICANALISTAS e neuropsicólogos, até cursos de especialização para os psicólogos clínicos e sociais. A formação desses profissionais é um conjunto de atividades desenvolvidas por eles, mas os procedimentos são diferentes quanto a aspectos formais relacionados às instituições que os formam.

ÁREAS DE ATIVIDADES

a)    Avaliar comportamentos individual, grupal e institucional
b)    Analisar, tratar indivíduos, grupos e instituições
c)    Orientar indivíduos, grupos e instituições
d)    Acompanhar indivíduos grupos e instituições
e)    Educar indivíduos, grupos e instituições
f)    Desenvolver pesquisas experimental, teóricas e clínicas
g)    Coordenar equipes e atividades de área e afins
h)    Participar de atividades para consenso e divulgação profissional
i)    Realizar tarefas administrativas


RECURSO DE TRABALHO

Caixa lúdica, testes, computador, questionários, inventários, material gráficos, escolas, softwares específicos, divã, material lúdico.

A) AVALIAR COMPORTAMENTOS INDIVIDUAL, GRUPAL E INSTITUCIONAL

Triar casos, entrevistar pessoas, levantar dados pertinentes, ler processos e prontuários, observar pessoas e situações, escutar pessoas ativamente, investigar pessoas, situações e problemas, escolher o instrumento de avaliação, aplicar instrumentos de avaliação, mensurar resultados de instrumentos de avaliação, analisar resultados de instrumentos de avaliação, sistematizar informações, elaborar diagnósticos, elaborar pareceres e laudos e perícias, responder a quesitos técnicos judiciais, selecionar recursos humanos, desenvolve resultados (devolutiva), recrutar recursos humanos para instituições.

B) ANALISAR – TRATAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES

Propiciar espaço para acolhimento de vivências emocionais (setting), oferecer suporte emocionar e tornar conscientes o inconsciente, propiciar criação de vínculo paciente-terapeuta, interpretar conflitos e questões, elucidar conflitos e questões e promover integração psíquica, promover desenvolvimento das relações interpessoais, promover desenvolvimento da percepção interna (insight), realizar trabalhos de estimulação psicomotora, psicológicas e neuropsicológica, mediar grupos, família e instituições para solução de conflitos, reabilitar aspectos cognitivos, reabilitar aspectos psicomotores, reabilitar aspectos comportamentais, reabilitar aspectos corporais, facilitar grupos, dar alta.

C) ORIENTAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES

Propor alternativas de soluções de problemas, esclarecer as repercussões psicológicas decorrentes dos procedimentos médico-hospitalares, informar sobre desenvolvimento psíquico humano, dar orientação para mudança de comportamento, aconselhar pessoas, grupos e famílias, orientar sobre vocações (orientação vocacional), orientar grupos profissionais, orientar sobre plano de carreira, orientar grupos específicos (pais, adolescentes etc.), orientar sobre programas de saúde pública, orientar as implementações de programas de prevenção na saúde pública, assessorar instituições, propor intervenções (encaminhamento).

D) ACOMPANHAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES

Acompanhar impactos de intervenções, acompanhar o desenvolvimento e a evolução do caso, acompanhar o desenvolvimento de profissionais em formação e especialização, acompanhar resultar de projetos, visitar instituições e equipamentos sociais, visitar domicílios, acompanhar visitas multidisciplinares, participar de audiências, acompanhar plantões técnicos, acompanhar plantões de visita do Tribunal de Justiça, acompanhar egressos de tratamento.

E) EDUCAR INDIVÍDUOS, GRUPOS E INSTITUIÇÕES

Estudar casos em grupo, apresentar estudos de caso, ministrar aulas, supervisionar profissionais da área e áreas afins, supervisionar estágios da área e áreas afins, realizar trabalhos para desenvolvimento de competências e habilidades profissionais, formar psicanalistas, formas especialistas da área, treinar profissionais da área e afins, desenvolver cursos para grupos específicos, confeccionar manuais educativos, reeducar pessoas para inserção social e familiar, desenvolver processos de recrutamento e seleção, desenvolver cursos para profissionais de outras áreas, propiciar recursos para o desenvolvimento de aspectos cognitivos, desenvolve projetos educativos, acompanhar resultados de cursos, treinamentos.


F) DESENVOLVER PESQUISAS EXPERIMENTAIS, TEÓRICAS E CLÍNICAS

Investigar o psiquismo humano, investigar o comportamento individual, grupal e institucional, investigar comportamento animal, definir problemas objetivos, pesquisar bibliografia, definir metodologias de ação, estabelecer parâmetros de pesquisa, construir instrumentos de pesquisa, padronizar testes, coletar dados, organizar dados, compilar dados, fazer leitura de dados, integrar grupos de estudos de caso.

G) COORDENAR EQUIPES E ATIVIDADES DE ÁREAS AFINS

Planejar as atividades da equipe, programar atividades gerais, programar atividades da equipe, distribuir tarefas à equipe, trabalhar dinâmica da equipe, monitorar atividades de equipes, preparar reuniões, coordenar reuniões, coordenar grupos de estudos, organizar eventos, identificar recursos da comunidade, avaliar propostas e projetos, avaliar a execução das ações.

H) PARTICIPAR DE ATIVIDADES PARA CONSENSO E DIVULTAÇÃO PROFISSIONAL

Participar de palestras, debates, entrevistas, seminários, simpósios; participar de reuniões científicas (Congressos, etc.), Publicar artigos, ensaios, livros científicos, participar de comissões técnicas, CONSELHOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAIS, participar de entidades de classe, participar de eventos junto aos maios de comunicação, divulgar práticas do psicólogo e psicanalista, fornecer subsídios e estratégias e políticas organizacionais, fornecer subsídios à formulação de políticas públicas, fornecer subsídios à elaboração de legislação, buscar parcerias.

I) REALIZAR TAREFAS ADMINISTRATIVAS

Redigir pareceres, redigir relatórios, agendar atendimentos, convocar pessoas).

J) DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS

Manter sigilo, cultivar a ética, demonstrar ciência sobre código de ética profissional, demonstrar ciência sobre a legislação pertinente, trabalhar em equipe, manter imparcialidade e neutralidade, demonstrar bom sendo, respeitar os limites de atuação, ser psico-analisado, ser psico-terapeutizado, demonstrar continência (acolhedor), demonstrar interesse pela pessoa/ser humano, ouvir ativamente (saber ouvir), manter-se atualizado, contornar situações adversas, respeitar valores e crenças dos clientes, demonstrar capacidade de observação, demonstrar habilidade de questionar, amar a verdade, manter o setting analítico, demonstrar autonomia de pensamento, demonstrar espírito crítico, respeitar os limites do cliente, tomar decisões em situações de pressão.

Apoio:

ABMP-DF

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(Associe-se Agora!)

À Presidência
Associação Brasileira de Medicina Psicossomática-DF
AC - SHS - CAIXA POSTAL Nº 8.580
70312-970 - BRASÍLIA - DF

 

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Nota sobre Funcionamento do Curso

Nosso Curso de Formação em Psicanálise Clínica, Teoria e Psicopatologia, funciona em conformidade com a legislação pertinente CBO Nº 2515-50 do Ministério do Trabalho e Emprego, Dec. Nº 2.208 de l7/04/97, Art. 5º, Inc. II, IV, XII, e XXXIXX da CONSTITUIÇÃO FEDERAL, TACs do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, MPF/PR/RJ nº 130.012.000220/2001-7, STJ-Superior Tribunal de Justiça, Processo 2002/l94 em 14/04/05, Lei de Cursos Livres nº 9394/96, Art. 67 e 87, Inc. III e Parecer 64/2004-CEDEF, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96, Dec. Federal nº 2494/98 Dec. nº 2208 de l7/04/97.

Importante: O pretendente ao exercício da psicanálise, deverá estar em processo de análise didática ou que inicie sua análise e supervisão durante sua formação psicanalítica.

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